quinta-feira, 14 de junho de 2012

Ele gosta dela. Não tem mais como fugir.

É, dá medo. Ela deve estar com medo também. Gostar é começar o inferno tudo de novo. Mas ela, quem diria, escreve lá no texto que topa. Topa começar tudo de novo. Tati Bernardi.

Ô minha filha, as suas dores não são as maiores do mundo e nem vão ser.

Sacode a poeira. Toma um banho de rio. Abre essas asas. Grita alto, chora baixo. Pula alto e cai de cara. Desenha toda a beleza do mundo. Compra uma caixa de lápis de cor e sai aí colorindo a vida. Tati Bernardi.

domingo, 10 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos.

O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante. Ana Jácomo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Acho uma graça essas pessoas que acham “o amor da vida”

umas 5 vezes por ano. - Tati Bernardi.

Sim, ele era encrenca, das boas.

Eu sabia o que estava fazendo, ele também: estávamos fazendo uma coisa errada. Mas gostei da luz, dos olhos dele. Gostei que estava me encantando, gostei de não poder me encantar e mesmo assim estar me encantando. -Tati Bernardi.

Não seja aquele tipo de pessoa que busca, acha,

e depois sai correndo com medo. Paulo Coelho.